Após o período de férias,
retomando as pesquisas sobre os ex-alunos e professores envolvidos na luta
contra a ditadura, no dia 19 de Fevereiro, eu e o professor Sérgio
tivemos acesso aos processos de indenização aos torturados na Ditadura Militar, que estão no Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre.
Vimos os dos ex-alunos Luís Eurico Tejera Lisbôa, Carlos de Ré, Cláudio
Gutierrez e do professor Décio Nunes Floriano. Pretendemos, ao longo do ano, voltar e
analisar outros como os dos militantes Martinha (Ignez Maria Serpa Ramminger)
e Losada (Antônio Losada).
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25 de fevereiro de 2014
23 de novembro de 2013
Ato público no Dopinha
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| Fotografia http://comitedaverdadeportoalegre.wordpress.com/ |
O Comitê Carlos de Ré da Verdade Memória e Justiça do Rio Grande do Sul promove, no dia 18 de dezembro, a partir das 12h, um ato público na casa conhecida como Dopinha, situada na rua Santo Antônio, nº 600, que era utilizada pelas forças de repressão como centro clandestino de tortura.
Às 19h30min ocorrerá um ato político, com a afixação de uma placa lembrando a função para a qual o imóvel era utilizado, e um sarau musical. O objetivo do ato é chamar a atenção da sociedade e pressionar os governos municipal, estadual e federal para a transformação do local em um memorial, o Sítio de Memória Ico Lisboa, homenageando Luiz Eurico Tejera Lisboa.
Um dos presos torturados no Dopinha foi o sargento Manoel Raimundo Soares, cujo corpo foi encontrado nas águas do Guaíba com as mãos e os pés amarrados. O episódio ficou conhecido como "caso das mãos amarradas".
O Comitê Carlos de Ré integra a Rede Brasil de Memória, Verdade e Justiça. Seu nome homenageia outro ex-aluno do Julinho que militou no movimento estudantil e combateu a ditadura militar, Carlos Alberto Tejera de Ré, primo de Luiz Eurico.
Leia a carta do Comitê Carlos de Ré lançando a campanha para a criação do memorial.
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