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27 de novembro de 2013

Vídeo - Visita ao DOI-CODI do 2º Exército


A Comissão Nacional da Verdade e as comissões Estadual e Municipal da Verdade de São Paulo estão solicitando o tombamento dos prédios que serviram de sede do DOI-CODI (Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna) do 2º Exército, em São Paulo, o maior centro de tortura e morte a funcionar no Brasil, no período de 1970 a 1977. Ali estiveram presos mais de 5 mil pessoas, e houve mais de 50 mortes. Os defensores do tombamento defendem que ele seja transformado em um memorial em homenagem às vítimas de repressão.

Hoje, as comissões fizeram uma visita aos imóveis e ouviram o depoimento de oito ex-presos políticos que narraram um pouco do que sofreram e testemunharam no local.

* Comissões da Verdade pedem o tombamento da área em que funcionava o Doi-Codi, em SP (link para a notícia na página da CNV).

23 de novembro de 2013

Ato público no Dopinha

Fotografia http://comitedaverdadeportoalegre.wordpress.com/
 
O Comitê Carlos de Ré da Verdade Memória e Justiça do Rio Grande do Sul promove, no dia 18 de dezembro, a partir das 12h, um ato público na casa conhecida como Dopinha, situada na rua Santo Antônio, nº 600, que era utilizada pelas forças de repressão como centro clandestino de tortura.

Às 19h30min ocorrerá um ato político, com a afixação de uma placa lembrando a função para a qual o imóvel era utilizado, e um sarau musical. O objetivo do ato é chamar a atenção da sociedade e pressionar os governos municipal, estadual e federal para a transformação do local em um memorial, o Sítio de Memória Ico Lisboa, homenageando Luiz Eurico Tejera Lisboa.

Um dos presos torturados no Dopinha foi o sargento Manoel Raimundo Soares, cujo corpo foi encontrado nas águas do Guaíba com as mãos e os pés amarrados. O episódio ficou conhecido como "caso das mãos amarradas".

O Comitê Carlos de Ré integra a Rede Brasil de Memória, Verdade e Justiça. Seu nome homenageia outro ex-aluno do Julinho que militou no movimento estudantil e combateu a ditadura militar, Carlos Alberto Tejera de Ré, primo de Luiz Eurico.


Leia a carta do Comitê Carlos de Ré lançando a campanha para a criação do memorial.